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Publicado a 23/08/2018

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Fatores que Influenciam a Capacidade de Gerar Tensão Muscular: Fatores Estruturais | Por José Vilaça
José Vilaça

Fatores que Influenciam a Capacidade de Gerar Tensão Muscular: Fatores Estruturais | Por José Vilaça

José Vilaça

Os músculos esqueléticos são compostos por diferentes estruturas que influenciam a sua capacidade de gerar tensão. Podemos considerar como fatores estruturais que influenciam a capacidade do sistema neuromuscular gerar tensão: i) o tipo de fibras musculares que compõem um músculo; ii) o tipo de hipertrofia muscular que eles possuem; e iii) as propriedades estruturais do músculo esquelético.

 

Tipo de fibras musculares

Existem vários tipos de fibras musculares e a forma mais consensual de as classificar é pelo tipo de miosina de cadeia pesada (MCP) que elas possuem. Existem várias isoformas de MCP e existem fibras que possuem somente uma isoforma (“fibras puras”) e outras duas ou mais isoformas (“fibras híbridas”).

As “fibras puras” podem ser classificadas em fibras lentas do tipo I (que possuem MCPIβ e em três tipos de fibras rápidas, nomeadamente do tipo IIA (que possuem MCPIIa), do tipo IID ou IIx (que possuem MCPIId) e do tipo IIb (que possuem MCPIIb).

Em relação às fibras híbridas, estas são divididas tendo como base a isoforma de MCP dominante, distinguindo-se em: tipo I/IIA ou IC (possui maior número de MCPIβ do que MCPIIa); tipo IIA/I, ou IIC (possui maior número de MCPIIa do que MCPIβ); tipo IIAD (possuir maior número de MCPIIa do que MCPIId); do tipo IIDA (possui maior número de MCPIId do que MCPIIa); do tipo IIDB (possui maior número de MCPIId doque MCPIIb); e do tipo IIBD (possui maior número de MCPIIb do que MCPIId).

Em termos de velocidade e magnitude de gerarem tensão, as fibras estão hierarquicamente distribuídas das mais rápidas para as mais lentes da seguinte forma: IIB; IIBD; IIDB; IID; IIDA; IIAD; IIA; IIA/I; I/IIA; e I.

A fibras musculares podem alterar a sua expressão transitando o seu fenótipo de umas para as outras, ou seja:

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Essa alteração de expressão pode dever-se a fatores relacionados com a atividade neuromuscular,  com o tipo de tensão, ou não tensão, exercida no músculo, com o ambiente hormonal e com a idade (Pette & Staron, 2000).

Em relação à atividade muscular as fibras podem se alterar de acordo com o tipo de estimulação neural que lhe é dada. Assim, se estimularmos através de electroestimulação uma fibra do tipo IIa com estímulos de baixa frequência direcionados a fibras do tipo IA, esta poderá ganhar características das fibras do tipo IA.

Em relação à influência do tipo de tensão, ou não tensão (imobilização), uma maior magnitude do stress mecânico vai favorecer a transição das fibras lentas para as fibras rápidas e o contrário com a imobilização.

O ambiente hormonal, igualmente influencia a possibilidade de transição das fibras musculares, em que maior quantidade de Testosterona e de hormonas tiroideas mais facilitada está a possível transição de fibras lentas para fibras rápidas, como a menor  facilita o sentido inverso.

O aumento da idade faz com que haja uma transição das fibras rápidas para as lentas devido a vários fatores degenerativos associados ao envelhecimento. Com o aumento da idade existe uma diminuição da atividade neural e um aumento do processo degenerativo das articulações e das estruturas ósseas e tendinosas, levando à diminuição da atividade e da magnitude de tensão exercida nos músculos, influenciando assim uma mais fácil transição das fibras rápidas para as fibras lentas.

Podemos concluir que um músculo com maior percentagem de fibras rápidas é capaz de gerar mais tensão do que um músculo com maior percentagem de fibras lentas. Contudo deve-se ter em conta que o treino permite alterar esta percentagem.

 

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CV: José Vilaça é Licenciado em Educação Física e Desporto, Doutorado em Ciências do Desporto, Mestre em Ciências do Desporto com Especialização em Treino de Alto Rendimento Desportivo. Preletor e Formador em vários cursos no âmbito do Treino de Força, exercício e saúde em Portugal e no Brasil. Atualmente, é coordenador e a pessoa responsável pela visão do curso de Strength and Conditioning Specialist da Bwizer, respondendo ao desafio de construir uma formação em Portugal que treine os melhores Strength and Conditioning Coaches do mercado.

Fonte: Retirado do blog

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